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 2025 

Entre Paredes, Pulso.

Primeira exposição de 2025 marcou os 10 anos da GAL.

As aulas voltaram, e a GAL também! A primeira exposição de 2025, aconteceu entre 3 a 30 de abril de 2025, a expo "Entre Paredes, Pulso." marcou os 10 anos da Galeria Experimental. A exposição contou com obras dos artistas Fábio Merker, Filipe Sik, Isabel Sommer, Isadora Brandelli, Marcos Coelho, Moacir Becker e Silvia Rodrigues. Ao todo mais de 400 visitantes passaram pela GAL durante o período da exposição, para conhecer as obras INCRÍVEIS destes artistas MARAVILHOSOS!

O fio do afeto abre caminhos

Na quinta-feira 08/05, a Galeria Experimental abriu a sua nova exposição, O fio do afeto abre caminhos trouxe obras da MARAVILHOSA Mitti Mendonça. O bordado já está na família da artista há mais de cem anos, atravessando gerações. O que ela marca com essa exposição é a ancestralidade do bordado, do afeto e da força e das mulheres da família dela que, antes dela, foram, e abriram caminhos para ela ser quem é. Os retratos bordados que compõem esta exposição são, justamente, dessas mulheres. A exposição foi encerrada no dia 7 de junho, com muito bordado em nossa obra interativa!

Despropósito Bendito

Uma intervenção sobre Amor.

A intervenção autoral da Galeria Experimental "Despropósito Bendito", aconteceu entre 11 de junho a 10 de julho de 2025.

Centenas de pessoas passaram pela GAL e deixaram a sua marca na intervenção que provocou reflexões sobre o amor e toda forma de amar.

Confira algumas imagens da intervenção abaixo:

Hiperconexão Ancestral

"Hiperconexão Ancestral" propõe um deslocamento de sentido: se na contemporaneidade a hiperconexão é sinônimo de excesso digital, dispersão e ruído, nesta experiência o termo é ressignificado para falar de uma ligação intensa, plena e profunda com aquilo que nos constitui desde sempre — a natureza e a memória ancestral que está em cada ser. 

O visitante é convidado a deixar para trás o peso das conexões artificiais — o fluxo ininterrupto de notificações, ruídos e distrações — para atravessar um caminho de presença plena. As faixas, barreiras simbólicas que cortam o espaço, representam hiperconexões digitais que nos atravessam invisíveis. Obstáculos imperceptíveis que vêm aumentando a distância entre nós e a nossa essência.

Para fazer a travessia, é preciso permitir-se o tempo. O visitante precisa ativar uma escuta mais atenta de si, pensar sobre seu corpo, sobre cada movimento. Ter um olhar mais presente, um tato mais desperto. Reconhecer-se numa conexão sensorial e espiritual que vai além da contemplação, sendo vivida no corpo inteiro.

O som, o aroma e a imagem da floresta interconectada não são apenas cenário, mas guias sensoriais para um mergulho no que é vivo e atemporal.  Do outro lado, o contato com a folha, percebida, sentida, resgatada, propõe o retorno com ela, mãe natureza, representada ali. Mesmo tempo e cuidado, fundamental para a preservação de ambos. 

Ao final, escrever o nome sobre a folha é mais do que um registro de passagem — é um pacto íntimo com aquilo que nos sustenta desde antes da linguagem: a conexão ancestral.

A travessia não é apenas espacial, mas interior.

E a chegada é um retorno: à natureza, ao todo, a si.

Afinal, Somos Um.

A exposição aconteceu na Galeria experimental entre o dia 14 de agosto a 10 de setembro.

Nadismo 2025

De 24 de setembro a 8 de outubro, o Nadismo voltou a ocupar a Galeria Experimental!

 

Você já ouviu falar em "Nadismo"?

Conforme Marcelo Bohrer, Nadismo é a valorização de momentos para se fazer nada. A ideia é justamente esta: fazer com que os indivíduos dêem importância para o tempo sem compromisso e sintam o prazer deste momento sem estresse. "Fazer nada numa boa, é a essência do nadismo", afirma o idealizador.

Nadismo é arte de desfrutar momentos sem fazer nada. A época não poderia ser melhor: metade de semestre, todo mundo merece pelo menos alguns instantes de Nadismo.

Guarde o celular, tire os sapatos, largue a mochila, não converse, não faça nada. Você também deve estar precisando desse espaço, desse momento.

Afinal, como afirma Rita Lee: nada é melhor do que não fazer nada.

Mulheres por Escrito

A exposição "Mulheres por escrito", ocorreu entre 21 de outubro a 7 de novembro de 2025. A exposição convidou a refletir sobre as vozes, ausências e potências das mulheres na Literatura Brasileira.

 

A exposição fez parte dos dois dias do VIII Encontro de Arte, Cultura e Cidadania (21 e 22/10), com a presença especial na abertura da exposição, da autora e artista convidada, Ana dos Santos.

 

A exposição convidou todos a se inspirar entre letras e pontos!

 

CONHEÇA ANA DOS SANTOS, A ARTISTA CONVIDADA DA EXPOSIÇÃO MULHERES POR ESCRITO:

Ana dos santos é poetisa, professora de Literatura e contadora de histórias. Gaúcha de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Formada em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participou de diversas coletâneas e publicou livros como Poerotisa, Pequenos Grandes Lábios Negros e Maiúscula.

Sementes do Improvável

Há algo de libertador no vento  que toca a pele — um limiar entre o visível e o invisível, entre o que parte e o que permanece.

 Em Sementes do Improvável, a artista Josi Kauer convida o público a atravessar essa fronteira: uma experiência que une o sensorial e o simbólico, a delicadeza e a persistência, o gesto de soltar e o desejo de florescer.

Inspirada na simbologia do dente-de-leão, planta que desafia o concreto e floresce onde a vida parece improvável, a mostra se constrói como um percurso em três atos — a travessia pelas cortinas do vento, e do tempo; a retomada das sementes do florescer; e o sopro que expulsa e liberta o que não se quer mais carregar. Cada um deles propõe ao visitante um exercício de presença, um convite a sentir o vento como metáfora do tempo, da leveza e da potência dos recomeços.

No espaço, o ar se torna matéria poética: sons, aromas e luzes tecem uma atmosfera de suspensão e acolhimento. O visitante é convidado a desacelerar, respirar e deixar-se tocar pelo que não se vê. A tenda do florescer, coração da exposição, abriga a semente — símbolo da vida que insiste, mesmo no impossível, em se reinventar.

Ao final, o gesto de semear devolve ao público o papel de coautor: cada palavra, cada traço no mural coletivo do Jardim da Resiliência amplia o campo simbólico da mostra. O que em nós quer florescer agora? A pergunta se espalha como o vento — e com ela, o convite a confiar no movimento invisível da existência.

 

“Há flores que nascem no silêncio.

 Há sementes que só se movem quando o vento toca com delicadeza.”

 — Josi Kauer

A exposição aconteceu entre 12 e 28 de novembro.

SoulArtista

A exposição coletiva "SoulArtista" nasceu em 2018, após a volta do EACC, e retornou agora em 2025 depois de um período interrompido pela pandemia e por outras razões. A terceira edição reúne obras de 8 artistas que darão ainda mais vida, cor e identidade para a Galeria Experimental.

 

A exposição “Soulartista” resulta da seleção de artistas

expositores no VIII Encontro de Arte, Cultura e Cidadania do

IFSUL. A partir de uma experiência inicial de submeter sua obra

para apreciação em uma mostra de arte, em muitos casos pela

primeira vez, “Soulartista” coloca-se como o próximo passo:

uma exposição em uma galeria de arte, neste caso, a Galeria

Experimental.

O nome da exposição surge de um trocadilho com a

palavra soul, que, em inglês, significa alma e que, ao mesmo

tempo, em português, soa como “sou”. Essa escolha não é

apenas estética, mas carrega a ideia de que cada artista tem em

si uma essência criativa própria.

O projeto busca justamente destacar esse auto-

reconhecimento, valorizando a identidade de cada participante.

Cada obra apresentada na exposição carrega um fragmento

dessa alma artística, seja em cores, formas ou narrativas

pessoais.

O “Soulartista” também pretende reforçar o sentimento de

pertencimento ao universo da arte e de confiança no próprio

fazer artístico. Para os selecionados, essa é uma oportunidade significativa para afirmarem-se como artistas com mais auto-confiança.

A exposição torna-se, assim, um espaço de expressão e,

ao mesmo tempo, de fortalecimento individual. Mais do que

exibir obras, ela cria um ambiente que incentiva o olhar sensível

e o respeito pelas diferentes trajetórias.

A proposta também aproxima o público da realidade de

quem cria, revelando processos e interações que, às vezes,

passam despercebidos. Cada soulartista traz, através de suas

obras, sua história. Juntas formam uma narrativa coletiva e

autêntica. A exposição reforça a importância de reconhecer e valorizar essa diversidade.

Que “Soulartista” inspire outros artistas a também reconhecerem e assumirem sua alma de artista!

A exposição aconteceu entre 02 a 12 de dezembro.

Av. Copacabana, nº 100 - Bairro Piratini, 93216-120 Sapucaia do Sul/RS

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